Vivem-se tempos conturbados para as bandas da Mata Real. A saída de Rui Vitória para Guimarães deixou a equipa órfã de uma identidade, que o novo treinador, Luís Miguel, ainda não conseguiu conquistar. A pergunta que se coloca neste momento é saber as razões que levaram a Direcção presidida por Carlos Barbosa a apostar num técnico sem qualquer tipo de provas dadas no futebol português. Não duvido da competência de Luís Miguel, mas a aposta, para já, está a revelar-se um desastre em toda a linha. Três jogos, três derrotas. Os problemas disciplinares que têm marcado os jogos dos pacenses não justificam o insucesso desportivo, daí que cresça em flecha a contestação em torno da nova equipa técnica dos castores. Será que a escolha de Luís Miguel terá sido motivado pelo facto de ser cunhado de Vítor Pereira, do FC Porto? É uma dúvida para a qual a generalidade dos adeptos pacenses não encontram resposta... Terça-feira, 27 de Setembro de 2011
Mata Real a arder!
Vivem-se tempos conturbados para as bandas da Mata Real. A saída de Rui Vitória para Guimarães deixou a equipa órfã de uma identidade, que o novo treinador, Luís Miguel, ainda não conseguiu conquistar. A pergunta que se coloca neste momento é saber as razões que levaram a Direcção presidida por Carlos Barbosa a apostar num técnico sem qualquer tipo de provas dadas no futebol português. Não duvido da competência de Luís Miguel, mas a aposta, para já, está a revelar-se um desastre em toda a linha. Três jogos, três derrotas. Os problemas disciplinares que têm marcado os jogos dos pacenses não justificam o insucesso desportivo, daí que cresça em flecha a contestação em torno da nova equipa técnica dos castores. Será que a escolha de Luís Miguel terá sido motivado pelo facto de ser cunhado de Vítor Pereira, do FC Porto? É uma dúvida para a qual a generalidade dos adeptos pacenses não encontram resposta...
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